Segue ainda uma curiosidade: os preços dos artigos não são fixos como no nosso país. Faz parte do negócio discutir o preço com os vendedores, o que nos traz até alguma insegurança, pois começam por pedir por uma roupa típica árabe 200 euros e acabam por vendê-la por 20 ou 30! Eles nem gostam que se aceite logo à primeira o preço que propõem, imaginem se em Portugal fosse assim!
Outras informações de interesse: trata-se de um país muçulmano liberal, com 90% de seguidores da religião maometana e 10% de cristãos. Apesar de se dizerem liberais, não encontrei uma única mulher a conduzir e nas esplanadas só vi homens sentados a beber chá e bebidas frias. Pelo menos as turistas podem usar roupa europeia, ao contrário de países árabes em que as estrangeiras se têm de vestir até aos pés e de tapar a cabeça para não se sentirem notadas. Ainda bem, pois a temperatura marcava 40 graus centígrados!
Uma fonte de rendimento é fazer essências a partir das quais se fabrica perfume. Este produto obtém-se com a ajuda de um alambique. As mulheres, em casa, colocam no alambique as pétalas de flores ou casca de limão juntamente com água, procede-se então à fervura durante inúmeras horas e por um cano vai pingando gota a gota a essência que dará origem aos perfumes. Um frasco pequeno dá meio litro de perfume (junta-se a álcool) e conseguem obter os perfumes mais requintados das famosas marcas mundiais- Dior, Chanel, Hugo Boss, entre outras!




Obrigado professora Teresa Cunha!
3 comentários:
Uma boa reportagem, s´tora Teresa Cunha. Axo k tb devia ter um segundo trabalho como jornalista. Talvez na SIC, TVI ou RTP
sim marcio axo que tens toda a raxao...
claro concordo com voces mas fixe max mesmo fixe era a stora dar as suas reportagens num programa feito por nos podia chamar-se......... teresinha gira mundo..........strora pense nisso ate podia ser uma ideia bastante engraçada
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